No dia do 73º.
aniversário do meu, agora único, irmão Luís quisemos levá-lo a um restaurante.
Escolheu “O Galego”, aqui em Ponta Delgada, por servir um bife maravilhoso, de
carne das famosas vacas açorianas. É um bife simples, podemos escolher do lombo
ou da vazia. O primeiro, um pouco mais tenro; o segundo, tenro também, talvez seja mais saboroso. Eu e o meu irmão escolhemos este; o meu marido preferiu o
mais tenro. E das três opções - mal passado, médio ou bem passado - todos
pedimos o médio. Como eu disse é um bife simples, com um ovo a cavalo e um bocadinho de pimenta da
terra, servido apenas com batatas fritas (das verdadeiras: descascadas e
cortadas à mão, ali na cozinha que se avista das mesas!).
Com eficiência, atenção
e rapidez os pratos foram colocados à nossa frente pelas simpáticas
moças que nos atenderam.
Cerveja foi a bebida
escolhida. Cá para nós, um bife… é com cerveja: um fino fresquinho, de
preferência… e no nosso caso foram dois!
E eu não como carne
vermelha!!! Quer dizer: eu não devo comer carne vermelha!... Melhor: eu não
posso comer carne vermelha! Ainda melhor, como diz a minha neta de 6 anos:
posso mas não devo!
À parte os
vegetarianos… quem é que resistiria a este bife?
Vai fotografado nas
várias etapas da sua deglutição.
Mas acreditem que só
tinha comido um bife assim vermelho há mais de um ano aqui em S. Miguel, neste mesmo restaurante
“O Galego” (tomem nota os grandes apreciadores de bife!)
E depois destas
apetitosas fotografias quero dizer-vos que isto é meia dose… e foi a quantidade
certa (talvez um pouco grande demais para nós… mas comemos tudo!). A última
foto é da minha última garfada do pãozinho a rapar do prato o divinal molho,
antes de pôr de lado os talheres! Nos livros de etiqueta isto é um desvio às
regras… mas, confessem: quem é que não faria isto… que sabe tão bem!!!
Ah! Para lá fomos de
táxi, mas para casa viemos a pé… caminhando mais de uma hora!... As fotos que
fui tirando durante a caminhada, sob chuva miudinha, vão ficar para outro post.
UM ABRAÇO







