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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Passeando em São Miguel - Açores (set/out 2018)

Há um mês que deixei aqui a última publicação neste espaço,
precisamente na véspera de embarcar para São Miguel.
Aqui estivemos com uma parte da família,
que optou por uma vida mais calma e saudável,
onde, em Ponta Delgada, tudo fica perto da nossa casa
 e se chega caminhando em plano:
escolas, creche, jardins, mercearias, restaurantes, coliseu
 e até uma grande superfície.
A casa de família fica pertinho do mar e é com facilidade
que chegamos à zona balnear da cidade
e onde encontramos amigos que a frequentam todo o ano.
Caíram aguaceiros fortes e fez muito vento e trovoada, 
mas o sol brilhou em muitos dias
e aproveitámos para passear pelos lugares de sempre.
Repetimos os passeios e o que vemos é igual...
mas achamos sempre diferente!
Igual, sim, com paisagens deslumbrantes e desta vez.
apostei nas fotografias panorâmicas:






Hoje, como há um mês, é véspera de embarcar,
agora de regresso às rotinas do lado leste do Atlântico,
onde outra parte da família também aguarda a nossa visita.
Vamo-nos repartindo por vários lugares, 
um pé aqui... outro ali... férias de gente aposentada,
que anseia por estar com todos, mas estão todos espalhados
pelo norte, pelo centro e pelas ilhas!
E, desta vez, levamos connosco o meu irmão,
que gosta de matar saudades de Coimbra! 
Espero ter feito crescer em vós a vontade de vir conhecer 
a minha linda ilha... no belo arquipélago dos Açores!
UM ABRAÇO

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Passeando por São Miguel - dez.2017

Tem chovido, mas a temperatura está tão boa,
que até tenho sentido calor!
Já choveu torrencialmente e trovejou, de noite,
mas os dias têm-se apresentado com algumas abertas.
O céu, esse nunca se apresenta sem nuvens aqui onde estou.
 Hoje não se via a Barrosa e desconfio que, até me ir embora,
não a verei, nem irei à minha Lagoa do Fogo!
O céu estava cinzento, com muitas nuvens,
mas os campos são verdes, as pastagens são verdes, tudo é verde,
em várias tonalidades, por isso
 a minha ilha de São Miguel é a chamada Ilha Verde! 
E porque chove muito, a água corre em muitos espaços.
Demos um passeio e fomos ver recantos já conhecidos,
mas que sempre nos encantam.
Hoje mostro aonde fomos, subindo um caminho para o interior,
ali na encosta perto da Lagoa do Fogo.
 No regresso e junto ao mar o sol brilhava
 e eu fui apanhada em flagrante nos minutos da vitamina D!
Venham visitar a minha terra: nesta época chove muito
e noutras épocas também... 
mas é muito bonita e aqui não irão sentir frio!...
UM ABRAÇO


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

... ficou em S. Miguel!...

Uma das coisas o que eu gostaria de ter em Coimbra:
esta pequena quinta que tenho em S. Miguel.
Não a podendo trazer para cá, visito-a quando vou aos Açores.
Na verdade eu não a queria cá... gostaria era de lá ir  
com mais facilidade, sem ter de me deslocar de avião!
Gostaria também que as viagens de barco não tivessem acabado,
para passageiros, na ligação do continente às ilhas, 
como antigamente.
Agora, no ferry, só podemos visitar as outras ilhas do arquipélago.

Aqui passávamos todos os verões e não me lembro do primeiro,
tão pequena eu era então! 
E a pequena casa rústica foi sendo construída por etapas
ao longo de vários anos. Disto já me lembro. 

Aqui comíamos goiabas e araçás diretamente das árvores.
Colhíamos laranjas, tangerinas, mandarinas, peras, maçãs, pêssegos...
Nesse tempo até se fazia vinho das vinhas lá existentes.
Agora só há uvas na pequena latada.
E colhiam-se batatas e cebolas, couves e tomates, feijão-verde...
Por esta vereda andámos primeiro de triciclo,
depois de bicicleta. O chão era de cascalho, por isso,
quando caíamos feríamos as mãos, os joelhos e os cotovelos.
Lembro-me de cair e bater com a boca no chão 
e beber o leite e sorver a sopa por uma cana aparada pela minha mãe. 
Não me lembro da dor das feridas desse tempo!
Agora está assim, cuidada por um senhor
que a vai livrando das ervas daninhas e vai cortando os abrigos.
Ele aproveita e cultiva alguns canteiros,
este com couves, tomates, alfaces, salsa, hortelã...


Esta figueira que nunca tem figos maduros na época em que lá vamos,
para muita pena do meu marido!...
Mas já colhi alguns que coloquei em calda e fiz compota.

Aqui são inhames, que eu tanto aprecio, mas acabo comprando
os das Furnas, que são os melhores.

Os meus queridos araçás que também tenho no quintal de Ponta Delgada,
sempre cheios de frutinhos... para eu os depenicar da árvore!
Aqui estavam ainda verdes!

Limões-galegos, com um sabor especial, diferente do limão vulgar.

A espadana, planta fibrosa, cujas folhas longas e robustas
são usadas para atar as plantas trepadeiras, as vinhas
e até servem, depois de secas, para a confeção de cestas e tapetes.

E flores... muitas flores,
predominando as dálias, os hibiscos, as azáleas e as hotências.







Esta, linda, irá dar fruto!

A minha filha, que viajava sozinha para S. Miguel, desde os 4 anos,
sempre esteve emocionalmente ligada à Quinta,
onde passava temporadas com a avó e o tio Luís.
Agora vai até lá com os filhos,
que também gostam muito daquele espaço
onde correm e brincam como eu fazia quando era da idade deles.
Apesar de eu não estar (fisicamente!) perto destes meus netos,
fico feliz por saber que estão com o tio Luís,
usufruindo de tudo o que o meu saudoso pai adquiriu
com tanto carinho para os seus descendentes:
filhos, netos e bisnetos!!!
E tudo isto chegará aos trisnetos... tetranetos ... e por aí fora!...
Um dia destes volto lá!...
UM ABRAÇO

quarta-feira, 30 de março de 2016

Passeio às Sete Cidades


Esta maravilha que é a Lagoa das Sete Cidades
na minha ilha de S. Miguel, nos Açores,
foi considerada, pela revista National Geographic,
a paisagem mais bonita do Mundo!
Muito antes da divulgação desta notícia que me orgulha
eu escolhera-a para ilustrar o cabeçalho do meu outro blog.
Do miradouro denominado Vista do Rei, desde 1901,
quando o rei D. Carlos e a rainha D. Amélia visitaram o local,
podemos captar uma infinidade de imagens
todas elas diferentes conforme o estado do tempo,
aqui sempre imprevisível.
Por vezes chegamos e as nuvens encobrem tudo.
Se aguardarmos uns momentos
poderemos ter o prazer de avistar este cenário paradisíaco.
Reparem como de um lado é verde e do outro é azul.
(Alguns pormenores interessantes AQUI).

As flores variam conforme a época do ano,
desde as amarelas conteiras, às azuis hortênsias
e até às florzinhas vermelhas que mostro no meu blog.
Também se veem as copas das verdes criptomérias,


Pelo caminho, uma paragem obrigatória para matar a sede
e levar para a viagem uma garrafa de água fresca.
E continuando, vou fotografando o que já fotografo 
há tantos anos... mas que não consigo deixar de registar.
Deixo-vos com esta maravilha!
Aqui a pequena ponte de pedra que divide o grande lago
nas duas lagoas.
À beira da lagoa azul, onde podemos fazer piqueniques
ou até tomar um banho de água tépida
ou até ficar apenas contemplando em silêncio. 
No centro da freguesia perto do restaurante
onde podemos desfrutar duma boa refeição


Esta publicação estava esquecida... em espera.
Foi preciso a National Geographic Magazine
me avivar a memória.
Um lugar a visitar.
UM ABRAÇO