segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Cruzeiro no Adriático (cont.) - Gythion - Grécia

Âncora a fundo... ao largo da costa, eis-nos chegados a Gythion,
uma pequena aldeia de pescadores.
O meu marido chamou-lhe os Avidagos... à beira mar!!!
(Avidagos é a aldeia de Trás-os-Montes onde ele cresceu)
Sem nada que desperte interesse para além da beleza e simplicidade
do mais singelo que se poderá imaginar, 
este lugar é um pequeno paraíso para quem quiser descansar,
 tomar uns bons banhos de mar e sol, em recato... 
deliciando-se com tudo o que de bom sai deste lindo mar.
Saltam à vista os peixes e os tentáculos de polvo pendurados ao sol.
Sem mais nada para visitar, em curta caminhada,
surge a igreja ortodoxa, com o seu simples mas belo interior.



As laranjas (assim denominadas em grego: πορτοκάλια - "portocália"
foram dadas a conhecer na Europa pelos navegadores portugueses,
que as trouxeram da China. 






O dia estava tórrido e o passeio a pé não pôde ser muito longo.
Por ali também não havia nada de importante para ver.
O que nunca nos deixava de saltar à vista 
era a tal cervejinha que, bem fresca, nos dava cá um apoio!!!...
E assim brindávamos, com cada copinho... à nossa saúde...
e da nossa família... e dos amigos que nos querem bem...
e por aí fora... até a sede ficar devidamente saciada!...
Os peixinhos divertiam-se depenicando os salgadinhos
 que lhes íamos atirando logo ali!...
Mal imaginavam que, mais gorditos, iriam acabar cozidos ou assados 
no prato de um qualquer turista voraz!...
O dia era longo e o calor excessivo.
Necessário era regressar ao barco, já que nem tínhamos
"provado" o verde mar.
O vaivém das lanchas manteve-se até à hora de zarpar.
Entretanto ainda testei as tais águas verdes...
mas entre as paredes da piscina, que, àquela hora e por minha conta,
quase transbordou mal mergulhei nela!!!...
Não chegámos a ir a Argostoli ( Cefalónia) porque estava muito vento
e o desembarque nas lanchas tornar-se-ia muito perigoso.
Ainda assim o que vimos foi muito bom!
As próximas fotografias serão de outras coisas a bordo,
já que não consegui fotografar tudo o que senti
neste belo cruzeiro.
UM ABRAÇO

domingo, 11 de agosto de 2013

Cruzeiro no Adriático (cont.I) - Kotor - Montenegro

 Foi assim de desembarcámos em Kotor, nas lanchas.
Ainda era muito cedo e o sol ainda estava atrás dos fiordes.
Mais tarde surgiu por entre algumas nuvens.
A única desvantagem foi não ter deixado mostrar a verdadeira beleza
deste lindo lugar.
 A cidade, património da humanidade pela UNESCO,
 situa-se dentro da muralha.
 Percorremos ruelas estreitas 
e vagueámos atentos a belíssimos pormenores como este.

Desejávamos um esforço do sol... mas ainda era cedo!...
 ... e as ruas estavam desertas.

 Nesta igreja ortodoxa o sacerdote fez questão de convidar os turistas.
Pudemos assistir à cerimónia religiosa e fotografar sem restrições, 
coisa que fizemos com muito agrado, em silêncio.







 E foi depois de percorrermos a velha cidade, a pé,
que apanhámos este descapotável 
que nos conduziu ao longo da belíssima costa recortada,
cujas fotografias já aqui mostrei.
Continuarei a mostrar imagens desta bela viagem.
Só falta Gythion... que aparecerá aqui quando eu puder!
Até lá...
UM ABRAÇO

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Cruzeiro no Adriático (cont.) Kotor - Montenegro

Depois de uma interrupção na mostra de fotografias do cruzeiro pelo Adriático, hoje publico as de Kotor - Montenegro, património da Humanidade pela UNESCO.
O barco ficou ao largo, entre os fiordes do Mediterrâneo, por isso fomos a terra nas lanchas do navio.
Estas foram as imagens possíveis... atendendo à fraca qualidade, quer da fotógrafa, quer da máquina!
 Retirando esse senão... aqui mostro duas ilhas no meio deste braço de mar: 
a da esquerda, natural, a da direita, artificial, ambas com igrejas.
 Fizemos o city tour que nos levou ao longo da  belíssima costa recortada.
 Não conheço ainda os fiordes do Báltico, mas estes do Mediterrâneo 
dão-nos uma ideia dos outros... em clima mais ameno!


 Aqui, entre janelas, à saída, no fim da tarde, rumo ao porto seguinte.
 Inúmeras imagens ficaram gravadas na nossa memória... 
estas são apenas apontamentos de uma bela viagem.
Outras fotos foram tiradas no barco, com os novos amigos
que nos fizeram companhia à hora do jantar e nas horas de lazer,
em amena conversa entre o inglês, o francês, o alemão, o espanhol... 
e o patois que íamos inventando para que a comunicação se mantivesse!
E foi assim que terminou mais uma visita a um lindo porto do Adriático.


UM ABRAÇO

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Poema da autoria do meu pai & fotografias do parque Terra Nostra, nas Furnas

DUAS ALMOFADAS
Duas almofadas numa cama de casal
fazem-me supor
que não reina o amor,
que o par vive mal.

Se a nossa cama duas tiver
e tu me quiseres
como eu te quiser,
mui desprezada terá de viver
a minha almofada.

A minha ou a tua,
não sei qual ao certo.
Mas há-de ser uma,
para as nossas cabeças
ficarem mais perto.
                   
                   Versos da autoria do meu pai, Hugo Nunes da Silva,
                   para a namorada, minha mãe, em 1933.

                Quero ilustrar este poema escrito pelo meu pai e dedicado à minha mãe, em 1936,
                        e ainda na memória da minha mãe, que o declama com imensa doçura,
                                                                       aos 96 anos.
com fotografias tiradas no lindo parque Terra Nostra, 
nas Furnas.
 As hortênsias azuis.
 Os fetos variados e as imponentes árvores, algumas centenárias.
 A piscina de água quente e férrea
 Os inhames, ao lado da ribeira de água quente e férrea.
Espero o vosso comentário de braços abertos num apertado
ABRAÇO

domingo, 30 de junho de 2013

Cruzeiro no Adriático Corfu (Grécia) - 10 de junho 2013

Em Corfu o barco atracou às 09:00h e zarpou às 17:00h.
A ilha grega é muito bonita, chamada a ilha verde por ter milhares de oliveiras. Ficámos pela cidade, não vimos nenhuma, mas acreditamos, porque vimos o azeite e parecia bom! 
Verde também é a minha ilha: S. Miguel, nos Açores, e lá não há oliveiras; há cerrados com ótimas pastagens para bovinos.
Mas aqui é Corfu, linda ilha. O que vi e captei compartilho convosco, mostrando algumas fotografias.
Todas as manhãs era este o nosso acordar: terra à vista.
 Não falo do que vi, como o bem protegido forte, os jardins, as bonitas igrejas ortodoxas... mas a cervejinha  tem de aparecer e nunca pôde faltar, depois de calcorreadas ruas e becos, vazios pela manhã, mas repletos  de gente ao meio dia. 
 
 Como o programa em terra já estava cumprido... o regresso ao barco tornava-se oportuno, para uma refeição aconchegante. 
Desta vez nem fotografei a saída... apenas o prato!...
 Continuarei a deixar aqui a recordação de dias bem passados.  
O barco zarpou rumo a Argostoli (Cefalónia, Grécia), mas ao fim da tarde o comandante avisou que não atracaríamos naquele porto, no fia seguinte. O vento era muito forte e não haveria condições de segurança para o transfer nas lanchas. Realmente o barco balançou um pouquinho!
Ficámos com alguma pena. Por mim fiquei bem: iria passar o dia a bordo, desfrutando do entretenimento a bordo e da companhia de pessoas simpáticas com quem, entretanto, traváramos conhecimento.
E uma coincidência: encontrámos, para nossa surpresa, dois casais da minha terra, sendo uma das pessoas uma amiga, da minha idade, que conheço desde pequena e que, como eu, também é uma adepta de cruzeiros!
UM ABRAÇO